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segunda-feira, 5 de março de 2012

Interesse na Antártica não é científico, diz pesquisador

Para o Dr. Luiz Carlos Molion, a região é rica em riquezas minerais, como o petróleo
São Paulo - O incêndio na base brasileira Estação Antártica Comandante Ferraz, em fevereiro, levantou questões sobre a importância das pesquisas científicas realizadas no continente e quais os impactos que o acidente traz para o Brasil.Dr. Luiz Carlos Molion, membro da OMM (Organização Meteorológica Mundial) e professor de climatologia da Universidade Federal de Alagoas, esteve envolvido com o PROANTAR (Programa Antártico Brasileiro) entre 1984 e 1987. Em entrevista para INFO, Molion esclarece quais os reais interesses brasileiros na Antártica.

INFO: Que tipo de pesquisa era feita na Estação Antártica Comandante Ferraz? Qual o interesse brasileiro em pesquisar o continente? Que contribuições traz ao nosso país?
Molion: Há 110-150 milhões de anos, estima-se que a Antártica pertencia a região equatorial, que vai do oeste da Amazônia às Ilhas Galápagos. Era um local com florestas densas e vulcões, com riqueza de minerais preciosos e raros, como ouro e, possivelmente, petróleo, já que biomassa é uma das fontes de petróleo. Há 30-50 milhões de anos, a Antártica se posicionou no Polo Sul e começou a acumular gelo. Mas, seu território riquíssimo é o que atrai os países. O Tratado da Antártica, em 1959, diz que a região não pertence a nenhum país em particular e que seria reservada para atividades pacíficas, como pesquisas científicas. Porém, parece estar claro que, quem não marcar sua presença com pesquisas no território ficará fora quando o "bolo" for repartido. Eu acho que não há interesse brasileiro real em pesquisas na Antártica. Existe, sim, o interesse geopolítico, para ter sua fatia do "bolo" quando daqui há décadas os recursos naturais do continente forem explorados.

INFO: Quantos projetos, em média, eram mantidos na Estação? Algum deles parou com o incêndio?
Molion: Acredito que sejam entre 35 e 40 projetos, distribuídos entre pesquisadores de duas redes. O incêndio comprometeu 40% do programa antártico brasileiro. Segundo o diretor do Centro Polar e Climático da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Prof. Jefferson Simões, foram afetadas principalmente as áreas de biociência, algumas pesquisas sobre química atmosférica, de monitoramento do impacto da atividade humana naquela região do planeta. Simões também nos contou que a perda de equipamentos é um prejuízo de dezena de milhões de dólares.
INFO: Qual a importância científica dos estudos feitos na base?
Molion: Em resumo, é a possível importância da Antártica no clima global e a biologia marinha. O PROANTAR foi instituído pelo governo do Brasil em janeiro de 1982, com propósitos científicos e políticos, atingidos em 1984, com a instalação da Estação Antártica Comandante Ferraz. Os objetivos incluem ampliar o conhecimento dos fenômenos naturais que ali ocorrem e sua possível repercussão sobre o território brasileiro, assim como o desenvolvimento de projetos para estudar as mudanças ambientais globais, identificar os recursos econômicos vivos e não-vivos da região e formas de seu aproveitamento, além do levantamento das condições fisiográficas e ambientais do continente Antártico.
INFO: Como a estação brasileira se compara aos projetos estrangeiros similares?
Molion: Está em condições de igualdade na maioria das áreas científicas, particularmente as biológicas e bioquímicas. Alguns pesquisadores brasileiros fazem parte de equipes estrangeiras e vice-versa.

INFO: Que contribuições as pesquisas sobre biodiversidade, climatologia, química atmosférica, oceanológica e geológica já trouxeram ao país?
Molion: Diretamente para o Brasil, nenhum resultado prático que tenha nos beneficiado. O resultado mais importante é o de aprimoramento dos recursos humanos na pesquisa científica, isto é, formação e treinamento científico de nossos pesquisadores.

INFO: A perda científica é muito grande para o Brasil? Qual o impacto para a comunidade científica?
Molion: A perda é relativamente grande para o PROANTAR, que tem tido poucos recursos, e para os grupos científicos participantes (40%). Para o Brasil, como um todo, eu diria que não houve grande impacto.

INFO: É possível recuperar tudo o que foi perdido? Em quanto tempo?
Molion: É possível, mas vai depender do interesse do Governo Brasileiro, já que os recursos para sua reconstrução terão de vir de verba extraorçamentária. De acordo com o Prof. Jefferson Peres, a reconstrução da Estação Comandante Ferraz demorará de dois a três anos. Eu, particularmente, acho que, se realmente houver interesse, demorará pelo menos 5 anos, devido às condições adversas da Ilha Rei George. A logística é muito difícil e só se pode construir durante o verão antártico, de três meses por ano. O problema, porém, é mais fundamental: o Brasil precisa definir uma política científica para a Antártica! Qual é a nossa missão científica na Antártica? Ninguém sabe.

INFO: Era possível prevenir esse incêndio? O que poderia ter sido feito para tentar prevenir as mortes?
Molion: Certamente. A Estação é antiga, de 1984, portanto, quase 30 anos. Ela precisava de modernização e manutenção. Teria que se ter evitada também a superlotação, que impõe estresse à parca infra-estrutura.
INFO: Que tipo de preparo a estação tinha para conseguir lidar com acidentes em situações como essa?
Molion: A Estação estava superpovoada. Ela foi dimensionada para cerca de 30 a 35 pessoas. Mas, na oportunidade do sinistro, abrigava 59 pessoas. Embora a Marinha afirme que a Estação tinha todo equipamento de segurança necessário, uma superpopulação sempre aumenta a probabilidade de desastres, pois sua infraestrutura não foi dimensionada para tanto.

INFO: O governo está empenhado em reconstruir a base como vem dizendo?
Molion: Vai depender do interesse do Governo. Insisto que, em minha opinião, o objetivo principal sempre foi político ou geopolítico, não científico.
Luiz Carlos Molion é Bacharel em Física pela USP e doutor em Meteorologia com campo secundário em Proteção Ambiental pela Universidade de Wisconsin, Estados Unidos, professor de Dinâmica do Clima da Universidade Federal de Alagoas, Maceió, como professor associado e pesquisador do Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT), e membro do Grupo de Prevenção e Mitigação de Desastres da Comissão de Climatologia da OMM.
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sábado, 3 de março de 2012

Saiba como instalar o Windows 8 em uma máquina virtual

Nesta semana, a Microsoft lançou, no evento Mobile World Congress (MWC) 2012, realizado em Barcelona, mais uma versão de avaliação da mais nova versão do seu sistema operacional, desta vez, voltada para o consumidor final. Os usuários mais ansiosos puderam anteriormente conhecer o que estava por vir na versão “developer preview” lançada no ano passado. Já na versão disponível para download a Windows 8 Consumer Preview, vem com mais funcionalidades e permite aos seus usuários uma experiência mais completa do que será encontrado na versão final.
A coluna Tira-dúvidas de tecnologia preparou um manual de como instalar a versão recém lançada do sistema em uma máquina virtual e, claro, as primeiras impressões sobre oque o leitor irá encontrar. O instalador do Windows 8 Consumer Preview está disponível no site da Microsoft nas arquiteturas 32-bit (x86) e 64-bit (x64) com as opções de idioma inglês, chinês simplificado, francês, alemão e japonês. Os requisitos mínimos para poder instalar o sistema é um processador com um chip de no mínimo 1 Ghz ou superior, 1 GB de memória (32-bit) ou 2 GB (64-bit), espaço livre no HD de 16 GB (32-bit) ou 20 GB (64-bit).
Como a instalação que será apresentada nessa coluna será virtualizada, o processo requer um hardware superior, já que é preciso levar em consideração o funcionamento de um hardware hospedeiro. Também é possível instalar nativamente em algum PC, o que irá mudar são os passos de criação da máquina virtual.
O uso de uma máquina virtual para instalar o Windows 8 é recomendado por conta da maior segurança para testar os novos recursos do sistema operacional sem comprometer arquivos e informações do sistema principal usado pelo usuário.
A criação da máquina virtual e a instalação do sistema
Uma máquina virtual  é o processo de instalar um ou mais sistemas operacionais sobre um outro sistema. O resultado será uma instalação totalmente independente do sistema nativo do PC. A vantagem da virtualização é que o usuário pode criar inúmeras “VMs” sem que elas interfiram na instalação original. Ou seja, a criação de uma máquina virtual do Windows 8 não irá afetar em nada o sistema atual. Existem vários programas de virtualização, mas nesta coluna será usado o VirtualBox, devido à facilidade de uso. Se o leitor quiser, pode optar pela sua solução preferida. Após instalado o VirtualBox e a ISO de instalação do Windows 8 Consumer Preview, é hora de “colocar a mão na massa”.
Execute o VirtualBox, para criar a máquina virtual, clique em “Novo”.

Tela inicial do programa para virtualização (Foto: Reprodução)
Na etapa seguinte, é preciso definir o quanto de memória RAM será destinado para a máquina virtual. Neste exemplo, será criada uma máquina na arquitetura 64-bit (x64). Portanto, destinarei o recomendado nos requisitos mínimos do sistema, após definir o valor, clique em “Continuar”.

Definindo o quando de memória RAM será usado pelo sistema virtualizado (Foto: Reprodução)
Agora será preciso criar um disco virtual. Esta etapa consiste em destinar o espaço mínimo no HD para instalar o sistema. A opção apropriada é “Criar um novo disco rígido”, deixe marcada a opção “Disco rígido de Boot”, clique em “Avançar”.

Definindo o tamanho do disco virtual de acordo com os requisitos mínimos do sistema (Foto: Reprodução)
O “Tipo de Armazenamento do Disco Rígido” é uma opção em que é possível definir se a quantidade de espaço em disco será fixa ou se ela irá alocando espaço conforme forem sendo gravadas as informações. Na etapa seguinte, será definida a capacidade de armazenamento do disco virtual. Para melhor desempenho, recomenda-se deixar o marcada a opção “Armazenamento dinamicamente expansível”. Feito isso, clique em “Continuar”.

Definindo como o disco irá alocar o espaço em disco (Foto: Reprodução)
É preciso nomear a máquina virtual, a localização de onde o seu arquivo será depositado pode ser alterada (opcional). Já o tamanho do disco deve levar em consideração do espaço livre no PC e o tamanho recomendado nos requisitos mínimos, após informados, clique em “Avançar”.

Configurando o tamanho que será alocado para o disco virtual (Foto: Reprodução)
Após essas etapas iniciais, a máquina virtual já está criada e pronta para receber a instalação do sistema operacional. Clique em “Iniciar” para “liga-la”, esse procedimento equivale ao de precionar o botão de power de um PC convencional.

Ligando a máquina virtual (Foto: Reprodução)
Como é a primeira execução e ainda não foi instalado nenhum sistema, o assistente do VirtualBox irá auxiliar na localização da ISO do instalador do Windows 8. Localize a ISO ou o DVD de instalação e clique em “Continuar”. O programa irá identificar o instalador e inicializá-lo.
Embora o idioma do sistema operacional que será instalado está em inglês, é recomendável definir o o teclado como “Portuguese(Brazil ABNT2), feito isso clique em “Next” para avançar. Na tela seguinte, clique no botão “Install Now”.

Definindo o padrão do teclado (Foto: Reprodução)
A versão do Windows 8 é gratuita, mas é preciso informar o seu “Product Key” para a instalação, ele está descrito logo abaixo da opção de download. A versão inglês do sistema tem como serial DNJXJ-7XBW8-2378T-X22TX-BKG7J. Após digitar a chave, clique em “Next” para seguir no processo de instalação.
Leia os termos de uso do da licença. Se estiver de acordo, clique em “I accept the license terms” e clique em “Next”. Na tela seguinte, selecione o tipo de instalação e disco de destino.

É preciso aceitar os termos de uso da licença para poder instalar o sistema (Foto: Reprodução)
O processo de instalação irá demorar alguns minutos – o tempo varia de acordo com as configurações de hardware do PC que está servindo de hospedeiro. A primeira tela o usuário deve definir um nome para o PC, se preferir, escolhe a color de fundo e após clique em “Next” para avançar.

Definindo o nome do PC e a cor de fundo (Foto: Reprodução)
É possível customizar algumas opções antes de finalizar as configurações, mas nesse exemplo serão usadas as configurações expressas.

É preciso aceitar os termos de uso da licença para poder instalar o sistema (Foto: Reprodução)
Informe um usuário e senha, assim como uma dica para lembrar a senha e em “Finish” para finalizar a instalação.

É preciso aceitar os termos de uso da licença para poder instalar o sistema (Foto: Reprodução)
A tela inicial inicial do Windows 8 não se parece em nada com o que a Microsoft tenha criado nas versões anteriores do seu sistema operacional.

A interface revolucionária do Windows 8 (Foto: Reprodução)
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Hackers estão ganhando a guerra pela segurança, dizem executivos

Profissionais de segurança participaram da conferência RSA.
Evento aconteceu nesta semana em San Francisco.

'Viram mais do lado negro do que esperavam: uma série de presidentes-executivos cujas empresas sofreram ataques de hackers.'

"É bastante desanimador", disse Gregory Roll, que foi à conferência em busca de conselhos e para avaliar a opção de comprar softwares de segurança para seu empregador, um grande banco que ele se recusou a nomear porque não estava autorizado a falar em nome da instituição. "É uma batalha constante, e estamos perdendo".
A conferência anual RSA Conference, que termina nesta sexta-feira (2), atraiu um público recorde de mais de 20 mil pessoas enquanto o Congresso vota sobre novas legislações com o objetivo de proteger melhor empresas norte-americanas de cyberataques por espiões, criminosos e ativistas.
Se a proposta de lei sugere que hackers estão sendo bem-sucedidos com todo tipo de empresas, o conjunto de palestrantes considerou o assunto de uma perspectiva pessoal.
A palestra de abertura, de Art Coviello, conselheiro da patrocinadora da conferência e vítima de hacking RSA, definiu o tom com a música dos Rolling Stones "You Can't Always Get What You Want" (você nem sempre consegue o que quer, em português).
A RSA, controlada pela fabricante de equipamentos de armazenamento de dados EMC, é a maior fornecedora de tokens geradores de senhas utilizados por agências governamentais, bancos e outros para autenticar empregados ou clientes que fazem login for a do escritório. Pouco depois da conferência RSA do ano passado, a empresa disse que um e-mail com um anexo infectado havia sido aberto por um funcionário.
Isso deu a hackers acesso à rede corporativa e eles emergiram com informações sobre como a RSA calcula os números mostrados em Tokens SecurID, que em seguida foram usadas num ataque a Lockhead Martin que o empresa de defesa disse ter frustrado.
Conviello disse que ele esperava que as mazelas da empresa ajudassem a criar um sentido de urgência em face de oponentes formidáveis, especialmente governos estrangeiros, que estão sendo auxiliados pela crescente indefinição das fronteiras entre atividades online profissionais e pessoais. Cerca de 70 por cento de empregados numa pesquisa que ele citou admitiram subverter regras corporativas com o objetivo de conseguir acesso a outros recursos por meio de redes sociais e smartphones, fazendo com que a segurança se torne muito mais difícil.

fonte: G1 tecnologia e games

 

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Em entrevista, fundador do Megaupload compara site ao Google

Kim Dotcom conta que tirava do ar os arquivos ilegais.
Para ele, extravagância e passado hacker o fizeram 'alvo fácil'.

Fundador do Megaupload, Kim Dotcom, deixa uma corte de Auckland nesta terça-feira (28) (Foto: Gino Demeer/Reuters)<<< Fundador do Megaupload, Kim Dotcom, deixa
uma corte de Auckland nesta terça-feira (28)
(Foto: Gino Demeer/Reuters)

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O alemão Kim Dotcom, o fundador do Megaupload, concedeu na quinta-feira (1°) sua primeira entrevista para TV neozelandesa depois de ser solto da prisão. Ao jornalista John Campbell, o empresário, que é acusado de facilitar a pirataria e causar um prejuízo de US$ 500 milhões, disse que o site estava protegido pela lei do Digital Millennium Copyright Act (DMCA), a mesma que protege sites como o YouTube e o Google.
O fundador do Megaupload revela que começou o serviço quando tentou enviar um anexo por e-mail e o arquivo era muito grande. Segundo ele, o site transferia 800 arquivos por segundo a seus visitantes e a pirataria era apenas um dos vários usos possíveis. Ele diz ainda que o site dava acesso especial aos estúdios e às gravadoras, que tinham permissão para apagar diretamente os arquivos armazenados no Megaupload.
"Todo mundo acreditava que a lei [do DMCA] estava nos protegido, porque não podemos ser responsabilizados pelas ações de terceiros, só precisamos seguir as solicitações para retirar conteúdo, que foi o que fizemos todos os anos", afirmou.

A lei norte-americana do DMCA tem um conceito chamado de "Safe Harbor" (porto seguro). De acordo com essa disposição legal, prestadores de serviços de hospedagem de conteúdo, como o YouTube, não podem ser responsabilizados pelos atos de infração de direito autoral cometidos por usuários, desde que respeitem as solicitações enviadas por estúdios para retirar o conteúdo ilegal.
Kim Dotcom disse que não há risco de ele sair da Nova Zelândia e ir para um país onde não pode ser extraditado, porque todos os bens foram congelados e a única saída é "brigar". Ele se disse muito preocupado com a mulher – que está grávida de gêmeos – e ainda classificou a acusação como "insana" e "sem sentido".
"Se você ler o documento ajuizado e que a promotoria falou no tribunal, é US$ 500 milhões de danos somente sobre arquivos de música e em um período de duas semanas. Então seria US$ 13 bilhões de prejuízo em um ano só sobre músicas. A indústria de música inteira dos Estados Unidos é menor que US$ 20 bilhões. Então como pode um site ser responsável por tanto prejuízo?", questionou.
O fundador do Megaupload citou o processo da Viacom contra o YouTube, no qual o YouTube saiu vitorioso e não foi responsabilizado pelas ações dos internautas. Ele ainda citou o Mediafire, um site que presta os mesmos serviços do Megaupload e é localizado no Estados Unidos.
"Eu sou um alvo fácil. Minha extravagância, meu histórico como um hacker, sabe, eu não sou americano, vivo em algum lugar da Nova Zelândia e por aí no mundo. Tenho placas engraçadas nos meus carros. Eu não sou o Google. Não tenho US$ 50 bilhões na conta bancária.".
Na entrevista, Dotcom sugere que uma das causas pirataria é o modelo de licenciamento que impede um conteúdo de ter lançado mundial, forçando europeus a baixarem conteúdos novos que estão restritos aos Estados Unidos, por exemplo.
"Eu sou um inovador. Eu crio software. Eu crio soluções", afirmou Dotcom. "Todo mundo na arena das 'nuvens' tem os mesmos problemas [com pirataria]. Nós não somos os responsáveis pelo problema e isso é o que todo mundo precisa entender", afirmou.
Acusação
A investigação do FBI que acusou o Megaupload de facilitar pirataria durou dois anos – ao ser fechado, o site existia há sete. De acordo com o processo, o site demorou a cadastrar um representante na secretaria de direitos autorais norte-americana para receber a proteção do DMCA. Os investigadores ainda encontraram problemas no sistema que removia conteúdo ilegal.
Nos e-mails internos obtidos pela polícia, os responsáveis pelo site também negociavam pagamentos para usuários que hospedavam arquivos populares, muitos deles contendo conteúdo protegido dos estúdios e gravadoras.
O governo norte-americano está tentando extraditar os acusados aos Estados Unidos para serem julgados por um tribunal do país.

fonte: G1 tecnologia e games


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Site americano permite que pessoas compartilhem segredos on-line

Frank Warren falou sobre o PostSecret durante conferência nos EUA.
'Nunca fui uma desses a quem as pessoas contam seus segredos', diz criador.

Segredos publicados no blog PostSecret.

Gente de todo o mundo compartilha seus segredos mais íntimos com um americano anônimo e ele, por sua vez, revela todas suas intimidades em seu site, o PostSecret.com, que afirmar ser o blog sem publicidade mais visitado na internet.
Segredos publicados no blog PostSecret. (Foto: Reprodução)"Nunca fui uma desses a quem as pessoas contam seus segredos", disse Frank Warren à France Presse, depois de sua apresentação na prestigiada conferência TED sobre inovação em tecnologia e arte, realizada até esta sexta-feira (2) em Long Beach, sul da Califórnia (EUA).
Confissões elaboradas, ilustradas, com fotos ou desenhos montados como uma colagem ou simplesmente feitas em cartões postais, chegam sem parar à caixa postal de Warren em sua casa de Maryland (leste), que todo domingo se compromete a publicá-las com destaque em sua página na internet.
"Não me canso de receber mensagens", contou.
A vida de Warren, que se descreveu como um pai de família típico das áreas residenciais e proprietário de uma pequena empresa, mudou com esse projeto lançado em 2004 como um hobby para se distrair de sua "lucrativa, mas insatisfatória" empresa de correio.

Warren começou a implantar sua ideia com a impressão de três mil distribuídos em Washington DC, pedindo às pessoas que partilhassem anonimamente algo que nunca haviam contado a ninguém.
A ideia se expandiu de maneira exponencial e agora recebe segredos de pessoas de todo o mundo.
Na conferência TED, Warren mostrou um postal feita com a metade de um copo de café de papel do Starbucks com a mensagem: "Dou café descafeinado aos clientes que são grosseiros comigo".
Em outro cartão, alguém lhe revelou: "Eu costumava trabalhar com um grupo de pessoas religiosas tão rígidas que às vezes não usava calcinha e ria de mim mesma".
Uma confissão chegou com uma nota de suicídio amassada. "Não a usei. Sinto que sou o homem mais feliz da Terra agora", dizia.
Outro era uma colagem de fotos de atores de Hollywood, entre os quais o remetente assegurava estar o pai de seu filho. "Ele me paga muito para manter seu segredo", acrescentava.
Muitos são histórias de solidão, autoflagelação ou de distúrbios alimentares, afirmou Warren.
"Uma das maiores surpresas é quando encontramos a força para compartilhar um segredo íntimo, que, em vez de nos afastar, nos conecta com nossa humanidade mais profunda", descreve Warren. "Todo mundo tem um segredo de partir o coração".
Warren mostrou uma foto sua junto a uma pirâmide de meio milhão de postais com segredos.
"Eu me encontrei em algo cheio mistério e maravilha", disse Warren, que financia sua página com sua empresa de envio de documentos e livros que reúnem diferentes confissões. "Os segredos nos lembram dos incontáveis dramas humanos que existem na vida das pessoas que nos cercam".
PostSecret serviu de inspiração a um estudante do Canadá para lançar seu próprio site, IFoundYourCamera.net (Encontrei sua câmera.net), que conecta as pessoas com suas fotos perdidas. Além disso, os postais do site de Warrem chegaram até a serem expostos no Museu de Arte Moderna.
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PS Vita se aproxima da experiência do console de casa, mas preço é alto

O aparelho sai por R$ 1,6 mil -o dobro do Nintendo 3DS.

Tela de 5 polegadas touch screen tem alta definição e permite interação.

Em meio ao mercado saturado por smartphones potentes e tablets repletos de recursos - ambos aparelhos com games ótimos - o portátil PlayStation Vita, que chegou ao Brasil na última sexta-feira (2), é um estranho no ninho.
Embora tenha navegador de internet e aplicativos para Facebook, Twitter, Foursquare, Skype e Netflix, o Vita é apenas um videogame, diferentemente de tablets e smartphones, que podem atender virtualmente qualquer necessidade de seus usuários por meio de aplicativos. Dificilmente, ainda mais pelo preço dele Brasil - R$ 1,6 mil em um pacote especial - alguém que busca um dispositivo com recursos multimídia irá optar pelo Vita em vez de um tablet.
Mas o gamer, que busca ter a mesma experiência de um console de mesa com gráficos em alta definição, ganha no sucessor do PSP uma opção mais sofisticada, ainda que seu concorrente direto, o Nintendo 3DS, custe metade do preço no Brasil (R$ 800).

fonte: G1 tecnologia
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Homem processa Google por aparecer urinando no Street View

Processo foi aberto em um tribunal de Angers, na França. Foto: Reprodução Processo foi aberto em um tribunal de Angers, na França
Foto: Reprodução


Um homem processou o Google em um tribunal na cidade francesa de Angers depois de ser fotografado por um veículo do Street View enquanto urinava no jardim de sua casa. Depois que a foto foi publicada no serviço, o homem de 50 anos afirmou ter se tornado piada do povoado, uma comunidade rural de 3 mil habitantes no norte da região de Maine e Loira.
"Isso causa um problema democrático, pois todos têm o direito de viver em um certo segredo", disse Jean-Noel Bouillaud, seu advogado. "Nesse caso particular, não é grave, é bastante cômico. Mas se ele tivesse sido pego com outra mulher que não a sua, o problema seria o mesmo", disse ele.
O homem exigiu a retirada imediata da foto e não simplesmente a pixelização do seu rosto, como fez o Google. Ele pediu US$ 10 mil em indenização por danos morais. O advogado do Google Street View, que não teve que se apresentar nos tribunais franceses até agora, pediu a anulação do caso, já que o serviço foi publicado nos Estados Unidos. Considerou também que o procedimento de emergência utilizado não se justifica.
O Google Street View foi lançado em 2007 para complementar o Google Maps e o Google Earth. O serviço usa as fotos capturadas por um veículo, que percorre as ruas equipados com câmeras.
Com informações da Reuters.
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Redes sociais nos tornam antissociais, defende psicóloga

Os smartphones e as redes sociais estão trocando as conversas reais e sinceras por mensagens editadas onde escondemos o que somos

 


Reprodução
Redes sociais
As redes sociais estão nos tornando antissociais. Isso é o que acreditam psicólogos do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), que dizem que a constante comunicação nas mídias sociais está acabando com a conversa de verdade, segundo o Mashable.
 
A psicóloga Sherry Turkle afirma que o sacrifício das conversas reais tem sérias consequências em nossas relações e emoções. A possibilidade de poder mexer nas mensagens enviadas via SMS, email ou em redes sociais, por exemplo, é uma forma de nos proteger e mostrar apenas o que queremos ser.
 
Ela acredita que as conversas em redes sociais são artificiais se comparadas às reais. "Quando a conversa é em tempo real você não consegue controlar o que vai dizer", afirma. Assim, você mostra quem realmente é, e não quem quer ser.
 
Isso cria uma situação que nos tornará mais exigentes com a tecnologia do que com os outros. Segundo Turkle, a longo prazo a tecnologia vai criar um programa parecido com o Siri que vai oferecer "companhia sem as exigências da amizade". Ou seja, não precisaremos mais de amigos reais - teremos um programa que fará quase a mesma coisa.
 
E o que fazer para acabar com isso? A psicóloga não acredita que voltar à era pré-smartphones seja a solução. Em vez disso, Turkle acha que devemos nos dar conta da forma como nos relacionamos com a tecnologia e criar alguns espaços em que deixaremos nossos dispositivos fora, para nos comunicarmos como antigamente.
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"O Google não é a internet", diz diretor sobre nova política

Nova política de privacidade do Google entrou em vigor na quinta-feira. Foto: AFP Nova política de privacidade do Google entrou em vigor na quinta-feira
Foto: AFP
 
 


Ismael Cardoso
Em meio a polêmicas sobre a nova política de privacidade do Google, que entrou em vigor na quinta-feira, o diretor de Comunicação e Assuntos Públicos da companhia no Brasil, Felix Ximenes, tranquilizou usuários sobre os novos termos e afirmou que a reação foi "alarmista"e a interpretação, "equivocada". "Muita gente nos acusou de fazer algo que nem o governo americano conseguiu: criar um usuário único de internet. O Google não é a internet, é uma empresa. A internet é muito maior que a gente", disse em conferência telefônica com a imprensa nesta sexta-feira.
Com a nova política, o Google passa a tratar cada usuário como um usuário único, e pode cruzar os dados de diferentes serviços - como Gmail, Google+, buscador e YouTube - para melhorar a entrega de publicidade, por exemplo. Ximenes destaca, no entanto, que a medida visa unicamente "refinar a qualidade da resposta" ao usuário logado e que o Google ocasionalmente já cruzava dados de serviços diferentes. "Com a nossa nova política, deixamos claro que isso pode acontecer. A tendência de uso na internet é que você tenha uma experiência mais pessoal, até porque o uso do celular cresce, e o celular é extremamente pessoal", afirmou. "O nosso negócio está construido 100% em credibilidade. Se falharmos nisso, o usuário vai embora da noite para o dia. Temos 14 anos de história para mostrar a consistência da nossa política. Há 14 anos temos potencial para saber o que você está fazendo na internet, e não fazemos", disse Ximenes.
O Google foi chamado para prestar esclarecimentos sobre a nova política no Congresso americano, e as novas regras vem causando polêmica na União Europeia. A comissária de Justiça da União Europeia, Viviane Reding, afirmou na quinta-feira que elas não estão de acordo com a lei da Europa "em vários aspectos". "Um deles é que ninguém foi consultado, não está em conformidade com a lei de transparência e utiliza a informação privada para entregá-la para terceiros, o que não é o que os usuários concordaram", disse.
Ximenes garante, no entanto, que o Google não entrega informações a terceiros. "O Google sempre teve acesso a essas informações e nunca vendeu e nunca vai vender essas informações. Já tínhamos esses dados, porque o usuário forneceu. O que nós estamos fazendo é alertar o usuário sobre a coleta desses dados", disse o diretor da empresa. O Google anunciou em janeiro as novas políticas, afirmando que o objetivo é simplificá-las, consolidando 60 diretrizes em uma única que se aplica para todos os seus serviços. "As nossas políticas de privacidade essencialmente não mudaram muito, estamos concentrando em uma só. Antes, tínhamos várias políticas, e uma ferramenta de controle de privacidade só. Agora, temos uma política e uma ferramenta só, e a ferramenta continua simples de usar", diz Ximenes. "Acho que ninguem está lendo e comparando com a política anterior."
Outra crítica enfrentada pelo Google é que, com a nova política, por padrão, o usuário concorda com a coleta e uso desses dados pelo Google. Como a maioria dos usuários não tem o hábito de ler regras de privacidade ou não presta atenção nas opções de controle que tem, muita gente acha as novas normas um risco. "Nosso interesse é mostrar ao usuário que tem muita coisa em jogo. Você parou pra pensar no que você quer compartilhar? Os dados já estão na internet. O usuario deveria parar e pensar sobre o que as empresas estão coletando do seu perfil, do seu hábito de uso. A gente quer estimular isso", afirmou.
Ximenes destaca ainda que, se por acaso o usuário não concordar com as políticas de privacidade, tem ferramentas para lidar com isso. "Se você lê a política e nao concorda, pode ir na ferramenta de privacidade e mudar", disse. "Se não concorda, pode parar de usar o serviço. Usar serviço como busca e mapas anonimamente (sem estar logado), ou abandonar o serviço", continuou. "A nova política permite ao usuário dosar a privacidade. Se não concordar com os termos, pode baixar as informações e parar de usar o serviço", afirmou.
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Twitter X Facebook

Você tem contas nas redes sociais? Saiba como tirar proveito desses recursos para reencontrar amigos, compartilhar fotos.
O Orkut já foi a grande sensação das redes sociais e hoje perde espaço para o Twitter e o Facebook. Mas as opções de redes não param por aí: inclusive, aumentam cada vez mais, concentrando públicos segmentados e renovando suas ferramentas para oferecer milhares de oportunidades a seus usuários.

FACEBOOK:

A rede, que já rendeu até mesmo um filme sobre sua criação e sucesso (A Rede Social, dirigido por David Fincher), é uma das mais acessadas pelos brasileiros em 2011.
Aproveite:
  • No facebook, você pode postar fotos em seu álbum pessoal, compartilhar seus pensamentos e emoções com seus amigos e bater papo.
  • Você pode ainda adicionar perfis de celebridades, ter acesso a promoções anunciadas na rede, receber convites para eventos e entrar em contato com oportunidades de emprego.
Diferenciais:
  • O botão “Curtir” faz grande sucesso! Através dele, também é possível se relacionar com perfis de diversas empresas, marcas, etc.
  • Muitos aplicativos da internet, inclusive outras redes sociais, podem ser acessados por meio da conta do Facebook.

TWITTER:

Com base na pergunta “O que está acontecendo?”, essa rede tem o objetivo de promover interação entre seus usuários através de posts curtos e objetivos (de no máximo 140 caracteres).

Aproveite:
  • O Twitter é uma ótima fonte de informação e contatos. Seguindo perfis de artistas e veículos de comunicação, além de ficar por dentro das notícias  do dia, você pode ver as publicações das celebridades que admira.
  • Também é uma ótima ferramenta para acessar oportunidades de emprego que são anunciadas frequentemente.
Diferenciais:
  • A opção “retweets” permite que você passe adiante para seus seguidores uma informação que foi publicada na rede e você julgue relevante, dando os créditos para o autor.
  • O item “trend topics”, encontrado na coluna da direita de sua timeline, lista os dez assuntos mais mencionados no dia pelos usuários do Twitter.
Fonte: Revista Malu. Set/11
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

20 Dicas de Marketing Essenciais para o Facebook

Dias 28 e 29 de junho aconteceu em São Francisco a primeira AFEXPO, uma conferência focada em desenvolvimento de estratégias de marketing para o Facebook. Entre os muitos assuntos que foram debatidos, selecionamos 20 dicas de marketing que podem fazer toda a diferença em suas ações dentro da maior rede de relacionamento dos mundo. Leia e mantenha essas dicas sempre disponíveis, pois algumas poderão mudar completamente a forma como sua empresa vem atuando no Facebook.

1. Quantidade versus Qualidade

O objetivo de suas ações de marketing no Facebook  não deve ser apenas para conseguir uma grande quantidade de pessoas para “curtir” sua página. Busque pelos fãs certos e suas ações podem dar muito mais resultados;

2. Massa Crítica

Ter uma grande comunidade também pode lhe abrir as portas para os amigos de seus fãs;

3. Atenção ao EdgeRank

Por causa de um algoritmo chamado EdgeRank, a maioria das páginas só alcançam uma pequena parcela de todos os seus seguidores. Estima-se que somente 7,5% de seus fãs vejam suas postagens diariamente;

4. Envolvimento

Não fique apenas empurrando mensagens aos seus seguidores, tente envolvê-los;

5. Flexibilidade

Seja flexível, exerça seu lado profissional sem esquecer da diversão;

6. Relações Públicas

O pessoal de RP deve sentar na mesa de discussões. Deixe o pessoal das relações públicas trabalharem com a equipe de Mídias Sociais;

7. Poder de Influência

Os dados mostram que o Facebook é o topo dos influenciadores nas vendas online, mas algumas pesquisas ainda não lhe dão todo o crédito que ele merece. Seu poder de influência é indiscutível;

8. Anúncios com Qualidade

Anunciar no Facebook é uma ótima estratégia. Se puder contratar uma agência de propaganda especializada para criar um anúncio de qualidade para sua empresa, melhor;

9. Clickthrough Rate

Quanto mais altas as taxas de “clickthrough” em anúncios no Facebook, mais baixos os custos de aquisição de fãs;

10. Concursos e Promoções

Concursos não devem ser usados para conquistar novos fãs, mas para fazê-los participar de suas ações;

11. Complemento

O Facebook deve ser usado para complementar seu marketing online e não para substituir seu site;

12. Horário de Trabalho

Seu público não usa o Facebook das 8hs às 18hs (à controvérsias) sem parar, então você não pode ser um gerente de comunidade limitado a esses horários, você tem que ir além;

13. Simplicidade

Campanhas de marketing muito complicadas tem um baixo nível de resposta. Aqui também vale a velha máxima: menos é mais. Mantenhas suas ações simples e o retorno virá. Apesar de ser uma rede social, as pessoas estão ocupadas e não podem lhe dar toda a atenção que gostaria;

14. Criatividade e Interatividade

Campanhas criativas – e interativas – são mais eficientes nas Midias Sociais do que a propaganda tradicional – estática e imutável – que se originou das limitações da mídia impressa. Use e abuse da interatividade;

15. Emoção

As pessoas se conectam emocionalmente às Mídias Sociais. Pense nas emoções que sua marca poderia inspirar nessas pessoas e conecte-se a elas;

16. Propósito

Normalmente, as pessoas se tornam fãs de uma marca quando ela está alinhada a uma causa. Em que sua empresa acredita?;

17. Propaganda

Oitenta por cento (80%) das pessoas que clicaram em banners no Facebook, o fizeram porque gostaram deles. Esses novos fãs, nunca chegaram a ver a página de sua empresa. Mais um motivo para caprichar nos seus anúncios;

18. Business to Business

O marketing Business2Business no Facebook pode até funcionar, mas pare de falar tanto de sua empresa e comece a se envolver mais com seus clientes;

19. Significado dos Números

Não interprete os números por eles mesmos, compare-os com a média do seu mercado. Por exemplo: quantos “curtir” e “comentários” tem suas publicações em relação aos seus concorrentes. Esses números são muito mais significativos do que contar apenas a quantidade de visitas a um post;

20. Quantidade versus Utilidade

Não há um número certo de postagens diárias para cada tipo de empresa. Não publique nada se não tiver nada a dizer, mas publique dez ou mais vezes, se tiver muito para compartilhar. Por exemplo: algumas áreas como esportes e turismo são muito sazonais e tem mais coisas para publicar somente em certas épocas do ano. Se a área de atuação de sua empresa não tiver muito assunto, fale sobre coisas que podem ser úteis aos seus seguidores e estejam correlacionadas a sua atividade.
E você, já tem uma página da sua empresa no Facebook? Como está trabalhando com ela? Deixe o link de sua página aqui nos comentários e aproveite para “curtir” nosso blog no Facebook ;-)
Inspirado por: All Facebook
Imagem: Ross Moody – 55 Hi’s
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domingo, 11 de setembro de 2011

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